Boring

Nesse brand new year, tudo parece so damn old. Bom se fosse old school, tipo a música que te faz pular da cadeira e se sentir a dancing queen.
Não. Esse old que eu estou falando é boring.
Vejo a beleza da vida no diferente, no criativo. A graça de viver são as coisas que me inspiram. Me fazem perder o folego. Parece que elas se ofuscaram num emaranhado
de wannabes.
O que pode ser brilhante quando todos fazem o que for preciso pra ter seus 15 minutos de fama? É a busca por repercutir num desfilezinho de Shopping ou festinha de ano-novo. No Big Brother ou nas redes sociais comuns. Ou mais wannabes ainda, as redes fashion.
Meu cérebro não comporta mais e quantidade de informação, descobertas, expressões e pessoas. E perdi o saco de procurar o incrível, pois o mundo está lotado de banalidades e tranqueiras.
Acho tudo bem deja vú e nem quero ver. O comum que pensa ser belo, o povo que se diz tão interessante cai num abismo - ou num lixão do tamanho do lixão do pacífico, e pensa que arrasa.
Só hoje em dia é possível conhecer 800 pessoas com os mesmos sonhos. Eles os compraram numa feira? Outras 500 com o mesmo estilo e outras 600 com os mesmos ideais. Se tendência é uma chatice em moda, imagina em comportamento.
Essa eterna tentativa de sermos exclusivos em massa está nos fazendo gastar tempo e dinheiro demais. E acabamos todos iguais, um copiando ao outro, seguindo o mesmo refrão. Tô cansada do mesmo padrão. I wish I was like you, easely amused. But I´m not.
Hello, hello, hello, how low.
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